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Calendário de Vacinação do Adulto: o que todo médico deve saber (SBIm 2026-2027)

Guia prático do calendário de vacinação do adulto (SBIm 2026-2027): esquemas, doses e indicações de influenza, dTpa, HPV, hepatite B e mais.

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Calendário de Vacinação do Adulto: o que todo médico deve saber (SBIm 2026-2027)

A imunização não termina na infância. O adulto envelhece, adquire comorbidades, viaja, engravida, trabalha em serviços de saúde e perde, ao longo dos anos, parte da proteção conferida por vacinas aplicadas décadas antes. Revisar a situação vacinal deveria ser parte rotineira da consulta clínica, tanto quanto aferir pressão arterial ou revisar a lista de medicamentos em uso. Na prática, porém, a vacinação do adulto costuma ser negligenciada. O médico que domina as recomendações vigentes consegue prevenir desfechos graves com uma intervenção de baixo custo e alto impacto.

O Calendário de Vacinação SBIm Adulto 2026-2027 organiza as recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações por vacina, indicando esquemas, doses e situações em que cada imunizante está disponível na rede pública (UBS), nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) ou exclusivamente em serviços privados. O conteúdo a seguir percorre esse calendário de forma prática, com uma tabela-resumo central e destaques para a tomada de decisão à beira do leito e no consultório.

Na prática Três orientações gerais abrem o próprio calendário: sempre que possível, prefira vacinas combinadas e/ou considere aplicações simultâneas na mesma visita; qualquer dose não administrada na idade recomendada deve ser aplicada na visita subsequente; e eventos adversos significativos devem ser notificados às autoridades competentes. Para gestantes, a SBIm mantém um calendário próprio, que deve ser consultado à parte.

Tabela-resumo: vacinas do adulto

A tabela a seguir reúne todas as vacinas do calendário, com indicação, esquema e observações de cada uma. Os esquemas detalhados são desenvolvidos nas seções seguintes.

Vacina Indicação Esquema/Doses Observações
Influenza (gripe) Todos os adultos Dose única anual Segunda dose possível em fatores de risco, a partir de 3 meses após a anual; Região Norte tem campanha antecipada (nov-fev) com formulação do Hemisfério Norte
COVID-19 Conforme grupos do PNI Conforme fontes oficiais Disponível na rede privada e gratuita para grupos do PNI; consultar Ministério da Saúde
dTpa ou dTpa-VIP Todos os adultos (preferível à dT) Reforço a cada 10 anos se esquema básico completo Atualizar independentemente do intervalo prévio com dT/TT; dTpa-VIP para viajantes a áreas com pólio endêmica
dT (dupla bacteriana) Completar esquema básico Conforme histórico vacinal (ver tabela específica) Usada para completar as 3 doses com componente tetânico
Hepatite A Não vacinados e suscetíveis Duas doses (0-6 meses) Mesmo previamente expostos podem ser vacinados
Hepatite B Não vacinados e suscetíveis Três doses (0-1-6 meses) Acima de 45 anos: fora da faixa de licenciamento, decisão compartilhada
Hepatite A e B (combinada) Opção que substitui isoladas Três doses (0-1-6 meses) Pode substituir a vacinação isolada de A e B
Tríplice viral (SCR) Adultos suscetíveis Duas doses até 29 anos; uma dose entre 30 e 59 anos Intervalo mínimo de 1 mês; em suscetíveis, considerar tetraviral (SCRV); imunodeprimidos avaliar
Varicela (catapora) Suscetíveis Duas doses (intervalo de 1 a 2 meses) Em suscetíveis, considerar tetraviral (SCRV); imunodeprimidos avaliar
HPV Preferencial HPV9 Três doses (0-1 a 2-6 meses) para ≥20 anos não vacinados Preferência pela HPV9; revacinar quem recebeu HPV2 ou HPV4 (consultar posicionamento SBIm)
Pneumocócicas Rotina a partir dos 50 anos; comorbidades em qualquer idade VPC20 em dose única VPC15 disponível na rede privada; VPC13 e VPP23 nos CRIE em situações específicas; VPP23 rotina para asilados/institucionalizados
Herpes-zóster (VZR) Rotina a partir dos 50 anos Duas doses (0-2 meses) Recomendada mesmo após episódio prévio de zóster; recomendada também a quem recebeu a vacina atenuada (VZA)
Meningocócica ACWY ou C Conforme situação epidemiológica Conforme indicação Na indisponibilidade da ACWY, substituir pela meningocócica C conjugada
Meningocócica B (Bexsero) Conforme situação epidemiológica Duas doses (intervalo mínimo de 1 mês) Licenciada até 50 anos (off label acima disso); duração da proteção desconhecida
Febre amarela Conforme exposição/viagem PNI: depende da idade na 1ª dose; SBIm: duas doses (intervalo de 10 anos) Aplicar até 10 dias antes de viagem para o CIVP; contraindicações em nutrizes, gestantes e imunodeprimidos
Dengue (Qdenga) Adultos até 60 anos Duas doses (0-3 meses) Independe de contato prévio com o vírus; contraindicada em gestantes e lactantes
VSR (Arexvy ou Abrysvo) A partir de 18 anos com comorbidades cardiorrespiratórias relevantes Dose única, IM Apenas Abrysvo licenciada na gestação (a partir de 28 semanas)

Vacinas de atualização e rotina

Influenza (gripe)

A vacina influenza é recomendada em dose única anual. Em adultos com fatores de risco e em situação epidemiológica que justifique, pode-se considerar uma segunda dose, a partir de três meses após a dose anual.

Há um ponto operacional relevante. A campanha de vacinação nos estados da Região Norte tem início antecipado em relação às demais regiões (entre novembro e fevereiro), coincidindo com a sazonalidade regional, e utiliza a formulação recomendada pela OMS para o Hemisfério Norte. A vacina do Hemisfério Sul pode ser recomendada como dose extra em situações de risco ou para brasileiros que viajem para o exterior ou com destino aos estados do Norte do país. A efetividade dessa dose extra dependerá do match com as cepas circulantes no momento da aplicação.

COVID-19

A vacinação contra a COVID-19 está disponível nos serviços privados de vacinação e, gratuitamente, conforme os grupos contemplados pelo PNI. A orientação do calendário é consultar os dados atualizados sobre disponibilidade de vacinas e grupos prioritários junto às fontes oficiais do Ministério da Saúde.

Tríplice e dupla bacteriana (dTpa, dTpa-VIP e dT)

As vacinas contendo os componentes difteria, tétano e coqueluche são centrais na atualização do adulto. A SBIm recomenda a dTpa (ou dTpa-VIP) em substituição à dT sempre que possível, com o objetivo de proteção individual e também de reduzir a transmissão de Bordetella pertussis, sobretudo para lactentes suscetíveis e com alto risco de complicações. A dTpa está recomendada mesmo para quem já teve coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente.

O esquema de atualização depende do histórico vacinal:

Situação vacinal Conduta
Esquema básico completo Reforço com dTpa a cada dez anos
Esquema básico incompleto Uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com dT, totalizando três doses de vacina com componente tetânico
Não vacinados ou histórico desconhecido Uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses

A dTpa deve ser atualizada independentemente do intervalo prévio com dT ou TT. Em adultos contactantes de lactentes, considere antecipar o reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis. Para quem pretende viajar a países onde a poliomielite é endêmica, recomenda-se a dTpa combinada à pólio inativada (dTpa-VIP), que pode substituir a dTpa.

Hepatites A, B ou A e B

Adultos não vacinados anteriormente e suscetíveis devem ser vacinados para as hepatites A e B. Mesmo indivíduos previamente expostos podem ser vacinados. A vacina combinada A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada. Conforme a SBIm, a vacinação acima de 45 anos está fora da faixa de licenciamento, podendo ser recomendada pelo médico em decisão compartilhada.

Vacina Esquema
Hepatite A Duas doses (0-6 meses)
Hepatite B Três doses (0-1-6 meses)
Hepatite A e B (combinada) Três doses (0-1-6 meses)

Vacinas contra doenças virais

Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)

A recomendação é de duas doses acima de 1 ano de idade, com intervalo mínimo de um mês entre elas. A faixa etária orienta o número de doses: duas doses até 29 anos e uma dose entre 30 e 59 anos.

Para adultos com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose como rotina, embora ela possa ser considerada em situações de risco epidemiológico, como surtos de caxumba e/ou sarampo. Em suscetíveis, considere a aplicação da vacina combinada tetraviral (SCRV). O uso em imunodeprimidos deve ser avaliado pelo médico.

Varicela (catapora)

Para suscetíveis, recomenda-se duas doses com intervalo de um a dois meses. Assim como na tríplice viral, em suscetíveis pode-se considerar a vacina combinada tetraviral (SCRV), e o uso em imunodeprimidos deve ser avaliado caso a caso.

HPV

Há duas vacinas disponíveis no Brasil, a HPV4 e a HPV9. Com o objetivo de ampliar a proteção para os tipos adicionais, a SBIm recomenda, sempre que possível, o uso preferencial da HPV9 em três doses, assim como a revacinação daqueles previamente vacinados com HPV2 ou HPV4.

Para adultos com 20 anos ou mais não vacinados anteriormente, o esquema é de três doses da HPV9 (0-1 a 2-6 meses). Para revacinação ou para dar sequência a esquemas iniciados com HPV2 ou HPV4, a SBIm orienta consultar seu posicionamento técnico específico.

Herpes-zóster

A vacina recombinante (VZR) está recomendada como rotina a partir dos 50 anos, no esquema de duas doses com intervalo de dois meses (0-2). Pontos importantes do calendário:

  • A vacinação está recomendada mesmo para quem já desenvolveu a doença. O intervalo entre o quadro de herpes-zóster e a vacinação é de seis meses ou após a resolução do quadro, considerando o risco de perda de oportunidade vacinal.
  • A VZR está recomendada para quem foi vacinado previamente com a vacina atenuada (VZA), respeitando intervalo mínimo de dois meses entre elas.
  • Em imunodeprimidos, a VZR é recomendada, conforme os Calendários SBIm de pacientes especiais.

Vacinas pneumocócicas

As vacinas pneumocócicas são recomendadas para adultos de qualquer idade portadores de algumas comorbidades, conforme os Calendários SBIm de pacientes especiais. Além disso, a SBIm estabelece a vacinação como rotina a partir dos 50 anos de idade, com a VPC20 em dose única. Na rede privada, a VPC15 também está disponível como opção conjugada, em paralelo à VPC20.

No âmbito dos CRIE, a VPC13 está indicada para algumas situações no esquema sequencial com a VPP23, e a VPP23 é recomendada para grupos de risco e como rotina para asilados e institucionalizados.

Vacinas dependentes de risco epidemiológico e viagem

Meningocócicas

As vacinas meningocócicas conjugadas ACWY (ou C) e a meningocócica B têm indicação dependente da situação epidemiológica. Na indisponibilidade da ACWY, pode-se substituir pela meningocócica C conjugada.

Para a meningocócica B (Bexsero), o esquema é de duas doses com intervalo mínimo de um mês. Não se conhece a duração da proteção conferida e, consequentemente, a eventual necessidade de doses de reforço. A Bexsero é licenciada até os 50 anos de idade; o uso acima dessa faixa é off label. Para grupos de alto risco para doença meningocócica invasiva, os esquemas primários e a necessidade de reforços são diferentes e devem ser consultados nos calendários de pacientes especiais.

Febre amarela

Na febre amarela, vale conhecer a diferença entre as recomendações do PNI e da SBIm:

Fonte Recomendação
PNI Se a primeira dose foi recebida antes dos 5 anos de idade, está indicada uma segunda dose, independentemente da idade atual. Se a primeira dose foi aplicada a partir dos 5 anos, considera-se dose única
SBIm Duas doses. Como há possibilidade de falha vacinal, recomenda-se uma segunda dose com intervalo de dez anos

A vacina pode ser exigida para emissão do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), atendendo a exigências sanitárias de alguns destinos internacionais; nesse caso, deve ser aplicada até dez dias antes da viagem. É contraindicada em nutrizes até que o bebê complete 6 meses; se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por dez dias. O uso em imunodeprimidos e gestantes deve ser avaliado pelo médico.

Dengue

A vacina Qdenga pode ser utilizada em adultos até 60 anos, independentemente de contato prévio com o vírus da dengue, no esquema de duas doses com intervalo de três meses (0-3 meses). É contraindicada para gestantes e lactantes.

Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

Há duas vacinas disponíveis, Arexvy (GSK) e Abrysvo (Pfizer), no esquema de uma dose por via intramuscular. A partir dos 18 anos, estão recomendadas para pessoas com doenças cardiovasculares ou respiratórias crônicas clinicamente relevantes, pelo risco de evolução grave ou descompensação, priorizando insuficiência cardíaca, doença coronariana, DPOC, asma moderada/grave e imunodeficiências moderadas/graves, especialmente em pacientes fragilizados, acamados e/ou residentes em instituições de longa permanência.

Em diabetes, doença hepática crônica, obesidade, condições neurológicas e outras comorbidades de risco, a vacinação pode ser considerada a critério médico. Não há dados que comprovem a necessidade de doses adicionais. Apenas a Abrysvo está licenciada para gestantes, devendo ser aplicada a partir de 28 semanas de gestação, a cada gestação (uso entre 24 e 27 semanas a critério médico).

Situações especiais

O calendário sinaliza explicitamente alguns grupos que demandam atenção diferenciada.

Na prática — gestantes e puérperas dT e dTpa estão recomendadas. Para a VSR, apenas a Abrysvo é licenciada na gestação (a partir de 28 semanas). Febre amarela exige avaliação médica e a dengue é contraindicada. Para o detalhamento, a SBIm mantém o Calendário de vacinação SBIm gestante.

Na prática — imunossuprimidos O uso de vacinas atenuadas (como tríplice viral, varicela e febre amarela) deve ser avaliado pelo médico. A VZR é recomendada em imunodeprimidos. As condutas específicas constam dos Calendários SBIm de pacientes especiais.

Na prática — profissionais de saúde dT e dTpa estão recomendadas para essa categoria.

Outros grupos também recebem orientações específicas:

  • Viajantes: dTpa-VIP para destinos com poliomielite endêmica; febre amarela conforme exigências do CIVP, aplicada até dez dias antes da viagem; e influenza com formulação adequada ao hemisfério de destino.
  • Asilados e institucionalizados: VPP23 indicada como rotina, conforme a seção pneumocócica.

Vacinas específicas também podem estar especialmente recomendadas para portadores de comorbidades ou em outras situações especiais, hipótese em que o calendário remete aos Calendários de vacinação SBIm de pacientes especiais.

Perguntas frequentes

A vacinação do adulto realmente precisa ser revisada na consulta de rotina? Sim. O adulto perde, ao longo dos anos, parte da proteção conferida por vacinas aplicadas na infância, além de adquirir comorbidades, viajar e mudar de contexto de risco. A SBIm orienta que a revisão da situação vacinal seja parte rotineira da consulta, com preferência por vacinas combinadas e aplicações simultâneas quando possível.

Como atualizar a dTpa em quem tem histórico vacinal desconhecido? Para não vacinados ou com histórico desconhecido, o esquema é uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0-2-4 a 8 meses. A dTpa deve ser atualizada independentemente do intervalo prévio com dT ou TT.

Quantas doses da tríplice viral o adulto precisa? Depende da faixa etária: duas doses até 29 anos e uma dose entre 30 e 59 anos, com intervalo mínimo de um mês entre as doses. Para esquema completo, não há indicação de terceira dose como rotina, embora possa ser considerada em surtos de caxumba e/ou sarampo.

Quem já teve herpes-zóster ainda deve se vacinar? Sim. A VZR está recomendada mesmo para quem já desenvolveu a doença, respeitando intervalo de seis meses do quadro ou após a resolução, considerando o risco de perda de oportunidade vacinal. O esquema é de duas doses (0-2 meses), como rotina a partir dos 50 anos.

Qual a diferença entre PNI e SBIm na febre amarela? No PNI, quem recebeu a primeira dose antes dos 5 anos tem indicação de segunda dose, independentemente da idade atual; se a primeira dose foi aplicada a partir dos 5 anos, considera-se dose única. A SBIm recomenda duas doses, com a segunda em intervalo de dez anos, pela possibilidade de falha vacinal.

Gestantes podem tomar a vacina contra o VSR? Apenas a Abrysvo está licenciada para gestantes, devendo ser aplicada a partir de 28 semanas de gestação, a cada gestação (uso entre 24 e 27 semanas a critério médico). A Arexvy não é licenciada na gestação.

Pontos-chave: o que todo médico deve saber

  • A revisão da situação vacinal deve ser rotina na consulta do adulto, com preferência por vacinas combinadas e aplicações simultâneas quando possível.
  • Influenza: dose única anual; possível segunda dose em fatores de risco a partir de três meses.
  • dTpa: atualizar independentemente do intervalo prévio com dT/TT; reforço a cada dez anos quando o esquema básico está completo; dTpa-VIP para viajantes a áreas endêmicas de pólio.
  • Hepatites: A em duas doses (0-6); B e a combinada A e B em três doses (0-1-6).
  • Tríplice viral: duas doses até 29 anos, uma dose entre 30 e 59 anos.
  • HPV: preferência pela HPV9 em três doses; adultos ≥20 anos não vacinados recebem três doses (0-1 a 2-6 meses).
  • Pneumocócicas: rotina a partir dos 50 anos com VPC20 em dose única; comorbidades em qualquer idade.
  • Herpes-zóster: VZR a partir dos 50 anos, duas doses (0-2), recomendada mesmo após episódio prévio de zóster.
  • Febre amarela: atenção à diferença entre PNI (depende da idade na primeira dose) e SBIm (duas doses, intervalo de dez anos); cuidados em nutrizes, gestantes e imunodeprimidos.
  • Dengue: Qdenga até 60 anos, duas doses (0-3), contraindicada em gestantes e lactantes.
  • VSR: dose única para adultos a partir de 18 anos com comorbidades cardiorrespiratórias relevantes; na gestação, apenas Abrysvo a partir de 28 semanas.
  • Gestantes, imunossuprimidos e pacientes com comorbidades possuem calendários específicos da SBIm que devem ser consultados.

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Este conteúdo tem finalidade educacional e não substitui o julgamento clínico individualizado nem a consulta aos documentos oficiais. As recomendações, esquemas, doses, faixas etárias e contraindicações devem ser sempre confirmados na fonte original, que pode ser atualizada. Para condutas em gestantes, pacientes especiais e portadores de comorbidades, consulte os calendários específicos da SBIm.

Referência: Calendário de Vacinação SBIm Adulto 2026-2027 — Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).