CM XpertsBlogDiretrizes e Atualizações

PrEP ao HIV: Indicações, Esquemas e Seguimento Segundo o PCDT do Ministério da Saúde

Guia clínico de PrEP ao HIV pelo PCDT do Ministério da Saúde: indicações, esquema oral diário, sob demanda 2-1-1, exames e seguimento.

· Atualizado em · 14 min de leitura

Por

PrEP ao HIV: Indicações, Esquemas e Seguimento Segundo o PCDT do Ministério da Saúde

A profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV deixou de ser um tema restrito a serviços especializados. Com a expansão da oferta no SUS, o teleatendimento (“TelePrEP”) e a prescrição liberada para todos os médicos, o clínico precisa dominar quem indicar, qual esquema escolher e como acompanhar o paciente. Este artigo sintetiza o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para PrEP Oral à Infecção pelo HIV, do Ministério da Saúde, com foco no que cai na prova e no que se aplica na prática.

O que é a PrEP e onde ela se encaixa na prevenção combinada

A PrEP é o uso de medicamentos antirretrovirais em dose fixa combinada — tenofovir/emtricitabina — para reduzir o risco de aquisição do HIV. Ela é uma das ferramentas da prevenção combinada, ao lado de testagem regular, preservativos, tratamento de ISTs, imunizações (hepatites A e B, HPV), diagnóstico e tratamento como prevenção (carga viral indetectável = intransmissível) e PEP.

Dois pontos conceituais que o PCDT reforça:

  • A PrEP não tem indicação restrita às chamadas populações-chave. Ela pode ser indicada a qualquer pessoa em contexto de vulnerabilidade acrescida para a aquisição do HIV.
  • A PrEP não previne sífilis, demais ISTs ou hepatites virais. A orientação sobre outras formas de prevenção permanece obrigatória.

Na prática: pessoas vivendo com HIV que mantêm carga viral indetectável, ou abaixo de 200 cópias/mL há mais de seis meses, apresentam risco zero de transmissão sexual do HIV. Isso muda a abordagem da parceria sorodiscordante.

Critérios de indicação: quem é elegível à PrEP

A PrEP pode ser indicada para pessoas a partir de 15 anos, com peso corporal igual ou superior a 35 kg, sexualmente ativas e em contexto de vulnerabilidade acrescida. A avaliação é individualizada — não há restrição rígida por grupo.

São indicativos a considerar:

Indicativo de vulnerabilidade acrescida
Solicitação ou desejo de usar PrEP
Repetição de práticas sexuais anais ou vaginais com penetração sem preservativo ou com uso irregular
Frequência de relações sexuais com parcerias eventuais
Quantidade e diversidade de parcerias sexuais
Histórico de episódios de ISTs
Busca repetida por PEP (mais de uma vez nos últimos 12 meses)
Parceria(s) vivendo com HIV com carga viral detectável
Sexo em troca de dinheiro, objetos de valor, drogas, moradia, entre outros
Prática de sexo com uso de substâncias químicas (chemsex)

A presença de outras ISTs também sinaliza maior vulnerabilidade: pessoas com ISTs e infecções não ulcerativas do trato geniturinário têm risco aumentado de três a 10 vezes para a infecção pelo HIV, com incremento de 18 vezes na presença de úlceras genitais.

Probabilidade de infecção por tipo de exposição

Exposição Probabilidade por 10.000 exposições
Sexo anal receptivo 138
Compartilhamento de agulha contaminada 63
Sexo anal insertivo 11
Sexo vaginal receptivo 8
Sexo vaginal insertivo 4
Sexo oral (receptivo ou insertivo) Baixa probabilidade
Mordedura, saliva, fluidos corporais, brinquedos sexuais Baixa probabilidade

Atenção: práticas de baixa probabilidade, quando repetidas frequentemente, podem implicar maior chance de aquisição.

Populações específicas

  • Adolescentes: a PrEP oral pode ser indicada para pessoas acima de 15 anos e com 35 kg ou mais. Para indicação de PrEP sob demanda, deve-se verificar a capacidade de compreensão do uso do esquema.
  • Concepção, gestação e aleitamento: mulheres com vulnerabilidade acrescida podem se beneficiar do uso de PrEP de forma segura ao longo da gravidez e amamentação. Diante de parceria vivendo com HIV com carga viral detectável (acima de 200 cópias/mL), desconhecida ou não documentada, a PrEP está recomendada.

Contraindicações

A PrEP está excluída para pessoas que apresentem:

Contraindicação à PrEP
Diagnóstico de infecção pelo HIV
Clearance de creatinina (ClCr) estimado abaixo de 60 mL/minuto

Na prática: dada a potencial toxicidade renal do tenofovir, ClCr abaixo de 60 mL/minuto contraindica a PrEP. Para qualquer pessoa com ClCr igual ou superior a 60 mL/minuto, pode-se prescrever com segurança a PrEP oral contendo tenofovir.

A primeira consulta: avaliação inicial e exclusão de HIV agudo

A análise de elegibilidade ocorre na primeira consulta e contempla: entendimento e motivação para iniciar a PrEP; avaliação de sinais e sintomas para exclusão de infecção aguda pelo HIV; histórico e fatores de risco para doença renal; avaliação da indicação de PEP (se exposição de risco nas últimas 72 horas); testagem e tratamento de outras ISTs; e os exames do quadro a seguir.

Exames da primeira consulta

Exame Observação
Teste para HIV Sorologia ou teste rápido (sangue total, soro ou plasma); autoteste admitido apenas em teleatendimento ou ações extramuros
Teste para sífilis Em diagnóstico prévio, investigar com teste não treponêmico
Identificação de outras ISTs (clamídia e gonococo) Por biologia molecular, conforme prática sexual
Teste para hepatite B HBsAg, anti-HBcT e anti-HBs
Teste para hepatite C Anti-HCV
Creatinina sérica e ClCr Conforme faixa etária (ver função renal)
Vacinação Hepatite B, hepatite A e HPV
Histórico de fraturas patológicas Avaliação clínica

Exclusão de infecção aguda pelo HIV

Em todas as consultas deve-se avaliar ativamente exposição de risco e sinais ou sintomas inespecíficos referentes às últimas quatro semanas. A infecção aguda costuma se manifestar como síndrome semelhante a mononucleose ou síndrome gripal, geralmente entre a segunda e a quarta semana após a exposição, com sintomas autolimitados que desaparecem em três a quatro semanas.

Sinais e sintomas de infecção aguda pelo HIV
Febre, mal-estar, cefaleia, fadiga
Faringite, exantema
Linfadenopatia cervical/submandibular/axilar
Mialgias ou artralgias
Ulcerações mucocutâneas
Hepatoesplenomegalia

Na prática: na suspeita clínica de infecção aguda com ausência de marcadores imunológicos, solicite carga viral do HIV e postergue o início da PrEP até a definição diagnóstica. Pessoas com exposição de risco recente, sobretudo nos últimos 30 dias, devem ser alertadas sobre a possibilidade de infecção mesmo com testes não reagentes.

Já o indivíduo com exposição de risco fora da janela de 72 horas para PEP, sem sinais ou sintomas de infecção e com TR não reagente, pode iniciar a PrEP imediatamente — esperar pela certeza de estar fora da janela imunológica só atrasa a profilaxia e expõe a novos riscos. Oriente o retorno caso surjam sintomas de infecção aguda.

Avaliação da função renal

A dosagem de creatinina na avaliação inicial segue a faixa etária e o histórico:

Situação Conduta na 1ª consulta
Idade < 30 anos sem fatores de risco renal Opcional
Idade ≥ 30 anos OU fatores de risco para redução da função renal Solicitar

A coleta pode ser feita no dia da primeira dispensação, com avaliação do resultado no primeiro retorno em 30 dias — sem prejuízo para a primeira dispensação. Em pessoas sem doença renal ou fator de risco, o resultado não deve atrasar o início. Para o cálculo do ClCr, preferir o CKD-EPI, considerado mais acurado e mais fácil de calcular que o Cockcroft-Gault.

Esquemas de PrEP oral

O esquema disponível é a associação em dose fixa combinada de fumarato de tenofovir desoproxila (TDF) 300 mg + emtricitabina (FTC) 200 mg. Existem duas modalidades: diária e sob demanda.

Recomenda-se iniciar a profilaxia o mais próximo possível do dia da testagem para HIV — preferencialmente no mesmo dia, até no máximo sete dias após o teste. O início no mesmo dia reduz a exposição ao HIV.

Tempo até a proteção segura

O tempo para o início da proteção depende da concentração do medicamento no sangue e nos tecidos, variando por identidade de gênero, tipo de exposição e uso de hormônios à base de estradiol.

População Tempo para efeito seguro
Mulheres cis, pessoas trans designadas do sexo feminino ao nascer e qualquer pessoa em uso de hormônio à base de estradiol 7 dias
Homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol 2 horas

Na prática: oriente medidas adicionais de prevenção até atingir o tempo de proteção. Não há contraindicação à PrEP oral diária para quem faz terapia hormonal feminilizante ou masculinizante.

PrEP oral diária

Pode ser recomendada para qualquer pessoa acima de 15 anos e com mais de 35 kg. A posologia é:

  • 2 comprimidos de TDF/FTC no primeiro dia, seguidos de 1 comprimido de TDF/FTC diariamente.

A PrEP oral diária é a modalidade de escolha para pessoas com hepatite B crônica (com ou sem indicação de antiviral), pelo risco de indução de resistência do HBV ao tenofovir decorrente do uso intermitente.

PrEP oral sob demanda (esquema 2 + 1 + 1)

Também chamada de “orientada para eventos” (ED-PrEP). É indicada para grupos específicos. A posologia é:

  • Dose inicial de 2 comprimidos, de 2 a 24 horas antes da relação sexual;
  • 1 comprimido 24 horas após a dose inicial de dois comprimidos;
  • 1 comprimido 24 horas após a segunda dose.

Se ocorrer nova relação no dia consecutivo após completadas as doses 2 + 1 + 1, a pessoa deve tomar 1 comprimido por dia até 48 horas após o último evento sexual. Se houver intervalo de mais de um dia entre o último comprimido e o próximo evento, recomenda-se reiniciar o esquema 2 + 1 + 1.

Importante: os estudos de PrEP sob demanda não demonstram proteção para relações neovaginais receptivas. A indicação é para relações anais (insertiva e/ou receptiva) e vaginais insertivas.

Resumo das modalidades

Modalidade Para quem Dose inicial Doses subsequentes
Diária Todas as pessoas com indicação de PrEP 2 comprimidos no 1º dia 1 comprimido por dia
Sob demanda (2+1+1) Homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer, travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol, com relações < 2 vezes/semana e planejamento ≥ 2 horas de antecedência 2 comprimidos de 2 a 24h antes da relação 1 comprimido 24h após a dose inicial + 1 comprimido 24h após a segunda dose

A regularidade de consultas e exames laboratoriais é a mesma para as duas modalidades.

Interrupção segura da PrEP

A PrEP deve ser interrompida diante de: diagnóstico de HIV; desejo do paciente; efeitos adversos relevantes persistentes; ou adesão inadequada mesmo após abordagem individualizada.

Havendo relações com potencial risco, antes da interrupção mantenha a profilaxia, a contar da última exposição de risco:

População Manutenção após a última prática sexual
Mulheres cis, pessoas trans designadas do sexo feminino ao nascer e qualquer pessoa em uso de hormônio à base de estradiol Por mais 7 dias
Homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol Por mais 2 dias

Na prática: pessoas com hepatite B crônica não devem interromper a PrEP por conta própria. A suspensão pode causar exacerbação (“flare”) das enzimas hepáticas, descompensação e até óbito em cirróticos — a interrupção exige avaliação médica.

Seguimento da pessoa em uso de PrEP

A primeira dispensação é para 30 dias. Caracterizada a adesão, o seguimento clínico é quadrimestral (a cada 120 dias). O teste de HIV a cada consulta é obrigatório, preferencialmente por teste rápido.

Periodicidade dos exames

Exame Periodicidade
Teste para HIV Após um mês do início e, a seguir, quadrimestral (em toda consulta)
Teste para sífilis Quadrimestral
Clamídia e gonococo Semestral (ou mais frequente se sintomático)
Teste para hepatite B (HBsAg e anti-HBs) Anual, conforme avaliação inicial
Teste para hepatite C (anti-HCV) Quadrimestral, conforme avaliação inicial
Creatinina sérica e ClCr Quadrimestral (ou quando necessário)
Teste de gravidez Conforme indicação clínica

A reavaliação da função renal segue o perfil do paciente:

Perfil Reavaliação renal
Idade < 50 anos, sem comorbidades, função renal inicial normal (ClCr ≥ 90 mL/min) A cada 12 meses
Idade > 50 anos OU comorbidades (HAS, diabetes) OU ClCr inicial < 90 mL/min A cada 6 meses

Na prática: se o ClCr cair abaixo de 60 mL/minuto durante o seguimento, repita o exame em outro dia antes de interromper o tenofovir — dieta hiperproteica, massa muscular, comorbidades, medicamentos e suplementação de creatina podem alterar o resultado. O ClCr costuma normalizar em um a três meses após a suspensão.

Para pessoas em uso de PrEP há no mínimo um ano e sem histórico de descontinuidade, o seguimento clínico pode ser ampliado para seis meses.

Adesão: quantos comprimidos por semana protegem

População Ingestão mínima
Mulheres cis, pessoas trans designadas do sexo feminino ao nascer e qualquer pessoa em uso de hormônio à base de estradiol Pelo menos 6 comprimidos por semana
Homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer e travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol Pelo menos 4 comprimidos por semana

Efeitos adversos

Os efeitos adversos esperados — náusea, cefaleia, flatulência, amolecimento das fezes ou diarreia e edemas — são transitórios e geralmente se resolvem após os primeiros meses, podendo ser manejados com sintomáticos.

Soroconversão em uso de PrEP

Na suspeita de soroconversão, encaminhe a serviço de referência para carga viral, contagem de linfócitos T-CD4+ e genotipagem. Após a coleta, inicia-se a TARV o mais brevemente possível, mesmo de maneira preemptiva, até a conclusão diagnóstica. A transição da PrEP para a TARV sem intervalo ajuda a evitar carga viral detectável e transmissões secundárias.

Perguntas frequentes

A PrEP só pode ser indicada para populações-chave?

Não. Desde 2022 o PCDT preconiza que a PrEP não tem indicação restrita às populações-chave. Ela pode ser indicada a qualquer pessoa a partir de 15 anos, com 35 kg ou mais, sexualmente ativa e em contexto de vulnerabilidade acrescida para a aquisição do HIV, com avaliação individualizada.

Qual a diferença prática entre PrEP diária e sob demanda?

A diária serve para todas as pessoas com indicação: 2 comprimidos no primeiro dia e depois 1 por dia. A sob demanda (esquema 2 + 1 + 1) é restrita a grupos específicos — homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer, travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol —, com relações inferiores a 2 vezes por semana e capacidade de planejar com ao menos 2 horas de antecedência. A sob demanda não protege relações neovaginais receptivas.

Quanto tempo até a PrEP fazer efeito?

Depende da população. Para homens cis, pessoas não binárias designadas do sexo masculino ao nascer, travestis e mulheres transexuais sem hormônios à base de estradiol, são 2 horas. Para mulheres cis, pessoas trans designadas do sexo feminino ao nascer e qualquer pessoa em uso de hormônio à base de estradiol, são 7 dias. Até lá, oriente medidas adicionais de prevenção.

Preciso esperar o resultado da creatinina para iniciar a PrEP?

Em pessoas sem doença renal ou fator de risco, não. A coleta pode ser feita no dia da primeira dispensação e o resultado avaliado no retorno em 30 dias, sem atrasar o início. A PrEP só está contraindicada com ClCr abaixo de 60 mL/minuto.

Como é o seguimento de quem usa PrEP?

Primeira dispensação para 30 dias; caracterizada a adesão, seguimento quadrimestral (a cada 120 dias). Teste de HIV obrigatório em toda consulta. Repetem-se sífilis (quadrimestral), clamídia e gonococo (semestral), hepatites B e C e função renal conforme avaliação inicial. Após um ano sem descontinuidade, o intervalo pode ir a seis meses.

O que fazer diante de suspeita de infecção aguda pelo HIV em quem vai iniciar PrEP?

Solicitar carga viral do HIV e postergar o início da PrEP até a definição diagnóstica. Os sinais incluem febre, faringite, exantema, linfadenopatia e mialgias entre a segunda e a quarta semana após a exposição. Se a infecção for confirmada, a PrEP não está indicada e inicia-se a TARV.

Pontos-chave: o que todo médico deve saber

  • Esquema único: TDF 300 mg + FTC 200 mg em dose fixa combinada, nas modalidades diária e sob demanda.
  • Diária: 2 comprimidos no 1º dia, depois 1 por dia. Sob demanda (2+1+1): 2 comprimidos de 2 a 24h antes do sexo, 1 após 24h e mais 1 após outras 24h.
  • Elegibilidade: a partir de 15 anos, ≥ 35 kg, sexualmente ativo, em vulnerabilidade acrescida; indicação individualizada, sem restrição a populações-chave.
  • Contraindicações: HIV confirmado e ClCr < 60 mL/minuto.
  • Antes de iniciar: excluir infecção aguda pelo HIV; na suspeita, solicitar carga viral e postergar o início.
  • Tempo de proteção: 2 horas (homens cis e grupos correlatos) ou 7 dias (mulheres cis e quem usa estradiol).
  • Hepatite B crônica: preferir sempre a modalidade diária; não interromper sem avaliação médica.
  • Seguimento: dispensação inicial de 30 dias e depois quadrimestral; teste de HIV obrigatório a cada consulta.
  • Adesão mínima: 4 comprimidos/semana (homens cis e grupos correlatos) ou 6 comprimidos/semana (mulheres cis e quem usa estradiol).
  • Soroconversão: encaminhar para carga viral, CD4 e genotipagem e iniciar TARV, mesmo preemptivamente.

CM Xperts — preparação para o TECM

Conteúdo produzido pela equipe CM Xperts. Se você se prepara para o Título de Especialista em Clínica Médica, baixe gratuitamente o Mapa da Aprovação ou conheça o Estudo Dirigido TECM.


Este conteúdo tem caráter educacional e não substitui a consulta ao protocolo oficial nem o julgamento clínico individualizado. Sempre confirme condutas, doses e esquemas na fonte vigente.

Referência: BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) Oral à Infecção pelo HIV. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS).